terça-feira, 25 de outubro de 2011

Grandes Clicks: Virgilio Libardi

Comecei a admirar o trabalho de Virgilio Libardi através dos papos on-line do site DIGIFORUM.

Faz fotos fantásticas. Especializado em retratos feitos em estúdio, também apresenta imagens excelentes de vários outros assuntos, com a qualidade que lhe é atribuída. Apresento na série Grandes Clicks algumas de suas imagens:







Não deixe de verificar as imagens desse artista.

... E não esqueça de dar um clique em nossa promoção que ainda está valendo!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Grandes Clicks: Maria Diniz

Me chamou a atenção os trabalhos dessa fotógrafa, portanto incluo Maria Diniz na série Grandes Clicks. Geometria e arquitetura dão o tom de suas imagens, em sua maioria em P&B

Algumas para você curtir aí abaixo. Sua galeria completa pode ser vista aqui.








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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Grandes Clicks: André Brito e a nudez feminina

Antes de falar das fotografias do português André Brito, dando continuidade à série Grandes Clicks, quero fazer uma reflexão sobre o nu como arte.

A nudez aparece hoje em dia como "proibido", vulgar, etc. sendo que foi foco das artes séculos atrás. Fácil lembrar das esculturas e pinturas gregas e romanas.

Hoje, com a fotografia, nu feminino virou foto de mulher pelada. Definitivamente, não é o enfoque das obras de André Brito.



As imagens abaixo são apenas um aperitivo das técnicas apuradas desse fotógrafo. Veja sua galeria completa aqui e seu site oficial aqui.







Ah, não esqueça de visitar nossa loja!



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Grandes Clicks: Lennette Newell

Em minhas andanças pela Internet, vira e meche, encontro trabalhos fantásticos de fotógrafos, famosos ou anônimos. Iniciando a série Grandes Clicks, cito as fotos de Lennette Newell que são um show a parte. Especificamente a série Ani-Human surpreendem pela semelhança conseguida entre os animais e as figuras humanas retratadas. Uma delas, para ilustrar, está aí:



Toda a galeria você encontra em seu site oficial, aqui.

Ah, só pra lembrar: está participando da nossa promoção?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ganhe um brinde do blog da mC7 fotografia

Como forma de agradecimento a todos os leitores do blog, pelo sucesso de visitas e os comentários recebidos, aqui e no twitter, vamos sortear 10 cartões cinza 18% para nossos seguidores. Se você não sabe o que é ou para que serve um cartão cinza 18% leia isso e em seguida assista esse vídeo.



Para concorrer é simples:


  1. Cadastre seu e-mail em nossa nwesletter, clicando aqui
  2. Acesse seu twitter e poste a frase: 
Eu estou concorrendo. Vai ficar de fora?! http://kingo.to/QY1 #fotografia #mC7fotoBlog

Importante: Não mude o link pois é através dele que o sorteio automático acontece! Certifique-se que o twitter ou o software que usa para twitar não alterou o link...

O sorteio acontece na noite de 31/10


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

White Balance, o que dá a cor certa à foto

Já fez uma foto, e ao ver na tela, ou (pior ainda) impressa, percebeu que está amarelada? avermelhada? ou completamente azul?

Fato: Erraste o White Balance.

Esse nome estranho é o que controla a cor da foto. Dependendo da luz que está incidindo na cena, é necessário um tipo de configuração diferente na câmera para que a fotografia aparente ter as cores reais dos objetos fotografados.

Mas vamos deixar os textos de lado, e estrear logo um novo formato de informação: Web-TV

Só não vale rir da cara do "apresentador" aqui, heim!


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Compensando exposição

Lá no começo dos meus textos desse blog, eu falei sobre o ponto. Se não viu, clique aqui e leia, pois os conceitos lá citados são importantes para a compreensão do texto a seguir.

Ocorre que muita gente ainda não domina técnicas para aumentar ou diminuir um ponto para compensar uma exposição errada, seja com ou sem flash. Ou pior: sua máquina pode não ter as configurações básicas necessárias para esses ajustes.

Sendo assim, vou mostrar aqui como fazer esse tipo de compensação em qualquer máquina, desde as mais profissionais (nos seus modos automatizados) até em celulares e máquinas compactas das mais chulés.

Procure no menu do equipamento uma sigla EV. Veja a imagem abaixo. Pode clicar, que fica maior


São vários exemplos de como aparecem em diversas situações. Se a foto está escura, refaça-a aumentando o EV. Tentativa e erro mesmo, você é amador (eu também) e não deve se envergonhar disso.



A mesma compensação existe em flash. Máquinas com flash embutido ou um flash dedicado também pode fazer a leitura errada, então tem a compensação pra te ajudar. A foto ficou chapada, clara demais? Coloque  o EV negativo, e seja feliz!

Com o tempo, você vai se acostumar e saber, de antemão, quantos pontos (ou décimos) aumentar ou diminuir. Com muita experiência, é capaz de prever isso e já ajustar (e acertar!) já na primeira foto.

Dica: Se a sua foto tem muitos elementos brancos, já reduz um ponto no EV. O inverso vale para quando os elementos da foto são todos negros...

Espero ter mais uma vez colaborado com seu aprendizado, e tendo dúvida, dica, sugestões, não hesite em comentar aí embaixo!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Nikon oferece curso básico de fotografia em SP


Fiquei sabendo agora, e compartilho com vocês.


A Nikon está promovendo um curso básico de fotografia a um custo baixíssimo. 

Ideal para quem acabou de comprar uma DSLR, mesmo que de outra marca (sim, a Nikon vai aceitar!) o conteúdo abordado será:


• Introdução à fotografia digital 
• Tipos de câmeras 
• Como é produzida a imagem digital 
• Balanço de Branco e Luz 
• ISO e Exposição 
• Uso criativo dos modos de exposição da câmera 
• Autofoco 
• Lentes, tipos e usos 
• Noções sobre composição 
• Noções sobre fluxo de trabalho com View NX2 

Claro, não é grátis como as informações desse blog, mas é barato (R$ 149,00) pelo conteúdo.

Para participar, basta ligar:

zero-oitocentos, oitenta e oito-nikon (0800 – 88 – 64566) 

A primeira turma se reunirá dia 10 de setembro, das 9h às 18h, no Hotel Matsubara - Rua Cel. Oscar Porto, 836 – Paraíso

Quem for, me conta depois como foi aqui em comentários, heim!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Velocidade: toda a diferença em uma fotografia

Dos três conceitos básicos de fotografia que estamos tratando nessa série, o que mais me fascina particularmente é a velocidade do obturador.

Sabendo trabalhar bem esse conceito, é possível conseguir resultados incríveis. Desde se conseguir registrar um carro de F1 a mais de 300 km/h a ponto de ler as letras de seu pneu, parecendo que ele está parado (como essa foto) até apresentar movimento de um objeto qualquer.

Vamos aos exemplos:



Veja essa imagem:



Para se conseguir uma foto dessa, é necessária a utilização de uma velocidade muito alta. O olho humano não consegue ver isso. Essa foto foi feita com 1/400s ou seja, um segundo dividido por 400! Uma velocidade dessa pra mais (1/500, 1/1000) congela praticamente qualquer movimento. 

Agora, vamos ver o inverso: 

Pincel de luz

Parece mesmo um pincel, rabiscando uma tela, não? E é quase isso. Essa foto foi feita com uma velocidade de 6". Seis segundos com o obturador aberto. Coloquei a câmera num tripé, e deixei o quarto escuro. ISO 200 e abertura f/7.1 

Um celular com a tela acesa, apenas movi a tela apontada para a lente, fazendo um movimento em zig zag. Eis o resultado!

Mais um exemplo de uma exposição relativamente longa (lenta)

1/6s
A ideia desse click foi mostrar o movimento do iluminador do teto. Em contrapartida, as pessoas ficam um pouco borradas, ao dançar o ritmo frenético do Rock dos anos 60

Por último, meu efeito predileto. Chama-se panning, e consiste em acompanhar um sujeito em movimento, fazendo que o fundo fique "riscado". 



1/100s
Não é fácil, o carro aqui está a 200km/h e conseguir acompanhá-lo a ponto de cravar o foco é complicado. Exige um bocado de treino, e dois ou três bocados de fotos indo pro lixo...

Um último comentário que quero fazer com relação à velocidade de obturador é que, se a velocidade for muito lenta e a câmera não estiver apoiada, seja num tripé, numa mesa, ou qualquer coisa que não as suas mãos, é muito provável que a sua foto saia tremida. Existem algumas lentes que reduzem esse efeito. No caso das Nikon, são as que vem a sigla VR. Mas como são mais caras, eu particularmente não tenho nenhuma desse tipo e, sendo assim, uso a seguinte regra:

1/mm

ou seja, se estou com uma lente de 50mm, evito usar velocidades mais lentas que 1/50. Da mesma forma, se estou com uma enorme 300mm, uso sempre algo mais rápido que 1/300. Isso não quer dizer que se eu usar 1/200 sairá tremido de qualquer forma... posso dar sorte ou estar bem treinado a ponto de conseguir, mas de 1/300 pra cima, a chance de tremer é mínima.

Fico por aqui, pessoas! Espero ter sido mais um trabalho útil pra você, e conte comigo para tirar dúvidas (se estiver ao meu alcance) através do comentário aí embaixo.

Novamente, a sequencia dos posts da série de conceitos básicos, até aqui:

  1. Básico do básico
  2. O ponto
  3. Abertura 
  4. ISO 
  5. Velocidade (esse post)


Click!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ISO: Seu principal mistério


Olha eu aqui de novo!

No primeiro post dessa série dos conceitos básicos de fotografia, eu disse que, se eu fizesse uma foto com oito lâmpadas acesas e ISO 100, teria o mesmo efeito que 1 lâmpada acesa e ISO 800. E eu não estava mentindo. Em termos de luz, é isso mesmo. Se você diminui algo de um lado e compensa no "mesmo tamanho" do outro, a luz fica igual. Isso também vale para abertura e velocidade de obturador.

Assim, com apenas esse conceito em mente, quando eu saía para fotografar era normal deixar todos os parâmetros sempre iguais. Cheguei a deixar o ISO sempre em 800, uma abertura grande e variava somente a velocidade do obturador. Foi aí que eu comecei a apanhar... e quero que você não passe por isso!

Cada um desses 3 ajustes básicos não servem SÓ para limitar a quantidade de luz captada. Cada um tem também algum efeito real na fotografia além da luz, e é isso que vamos ver na prática nesse post. Especificamente, trataremos do que é alterado na qualidade da fotografia com a simples alteração do ISO.

Veja a diferença que existe entre as duas fotos abaixo:

ISO 200


ISO 1600


Basicamente a imagem é a mesma, com (quase) a mesma iluminação, mas com ISO bem mais alto na segunda. As fotos parecem iguais pois compensei na primeira com mais luz de flash. 



O importante a notar é o RUIDO. Se analisar a segunda foto, verá que ela é toda "pintadinha". Isso chama-se ruído...

Conclusão: Quanto maior o ISO, maior o RUIDO.

Portanto, fica a dica: Tente sempre fotografar com o menor ISO possível, para que esse ruido seja menor. E tenha em mente: quanto mais tecnológico (e consequentemente caro) é o sensor da sua câmera, menor será o ruido em ISO alto.


Mais uma vez, caro leitor, espero ter sido claro e didático, mas se tem dúvida, não exite em comentar aí embaixo que tentaremos solucionar!

Caso tenha se perdido na sequencia dos tópicos, aí está:


  1. Básico do básico
  2. O ponto
  3. Abertura 
  4. ISO (esse post)

Click!

 
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